Descubra como Roger Ingold usou seu estágio universitário para liderar a Accenture no Brasil e América Latina e inspire-se no empreendedorismo na universidade para construir trajetória executiva sólida e duradoura.
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O que você vai ver neste Artigo:
Introdução
Imagine entrar na maior consultoria do mundo como estagiário em 1982, sem experiência profissional, e sair de lá 40 anos depois como presidente da operação no Brasil e na América Latina. Roger Ingold fez exatamente isso. Aos 22 anos, ainda na faculdade, conseguiu o estágio na Accenture e nunca mais saiu da empresa. Ele subiu degrau por degrau, liderando projetos bilionários e formando equipes em vários países, até comandar milhares de consultores na região.
Muitos universitários acreditam que carreira longa em uma única empresa é coisa do passado. Roger prova que disciplina, entrega consistente e networking interno podem construir trajetória executiva sólida e respeitada. Ele usou sua vivência prática desde o estágio para aprender a entregar resultados complexos com equipes grandes e clientes exigentes.
Neste artigo, você vai acompanhar a jornada completa de Roger Ingold: do estágio na Accenture à presidência regional, passando pelas lições de liderança em consultoria e gestão de projetos globais. Descubra como o empreendedorismo na universidade, começando por experiências reais no mercado, pode levar ao topo de uma multinacional. O próximo universitário vencedor que vai liderar uma operação continental pode ser você.
A Jornada de Roger Ingold: Do Estágio de 1982 à Presidência Regional
O empreendedorismo na universidade de Roger Ingold começou com um estágio que parecia comum, mas abriu portas para quatro décadas na mesma empresa. Ele subiu degrau por degrau até liderar a Accenture no Brasil e na América Latina. Esta seção mostra como Roger se tornou um universitário vencedor, desde o primeiro contato com projetos reais até a construção de uma carreira executiva sólida e respeitada.
Estágio na Accenture em 1982: O Primeiro Passo que Definiria 40 Anos
Aos 22 anos, ainda na faculdade, Roger conseguiu o estágio na Accenture (na época Arthur Andersen) em São Paulo. A tarefa era apoiar projetos de auditoria e consultoria para grandes empresas. Ele aprendeu rapidamente a trabalhar com prazos apertados, equipes multidisciplinares e clientes exigentes.
Essa experiência prática mostrou a ele que consultoria exige entrega impecável e confiança absoluta. Roger decidiu que queria construir carreira longa em um lugar que valorizasse consistência. O empreendedorismo na universidade ganhou força quando ele percebeu que um bom estágio pode ser o alicerce de uma trajetória de décadas.
Para o universitário vencedor, a lição é clara: escolha estágio em empresa que ofereça aprendizado real e cultura de longo prazo. Roger transformou 6 meses de estágio em 40 anos de sucesso.
Ascensão Interna: De Analista a Diretor em Duas Décadas
Após efetivado, Roger passou por várias áreas: auditoria, consultoria de TI, estratégia e gestão de projetos. Em cada etapa, entregava resultados acima da expectativa e construía rede interna forte. Aos 35 anos já era sócio, aos 40 diretor regional.
Ele liderou projetos bilionários para bancos, indústrias e varejo. O empreendedorismo na universidade se provou na capacidade de crescer dentro da mesma organização. Roger nunca precisou pular de empresa para subir.
O universitário vencedor aprende que fidelidade com entrega constante pode ser mais valiosa que trocar de emprego a cada dois anos. Roger transformou consistência em promoção acelerada.
Presidência da Accenture Brasil e América Latina
Aos 50 anos, Roger assumiu a presidência da Accenture no Brasil e depois na América Latina. Comandou milhares de consultores, expandiu operações para vários países e manteve a empresa como líder de mercado mesmo em crises econômicas.
Ele focou em cultura de alta performance, diversidade e investimento em pessoas. Sob sua liderança, a operação brasileira cresceu consistentemente. O empreendedorismo na universidade brilhou na habilidade de gerir escala humana e financeira.
Para o universitário vencedor, a lição é: liderança regional exige visão global com raiz local. Roger transformou equipe brasileira em referência continental.
Transição para Conselheiro de Boards
Após a presidência, Roger passou a atuar como conselheiro em vários boards de grandes empresas. Hoje participa de decisões estratégicas em companhias de tecnologia, varejo e indústria.
Ele continua mentorando jovens executivos e reforçando a importância de carreira sólida. O empreendedorismo na universidade se perpetua na capacidade de compartilhar conhecimento acumulado. Roger transformou experiência em influência estratégica.
O universitário vencedor planeja carreira de longo prazo. Roger mostrou que o topo pode ser apenas o começo de um novo ciclo de impacto.

Por Que o Brasil Precisava de Líderes como Roger Ingold
O empreendedorismo na universidade de Roger Ingold encontrou um Brasil com consultoria dominada por expatriados, pouca autonomia local e foco excessivo em vendas rápidas. Ele trouxe liderança brasileira com visão global e raiz local. Esta seção mostra por que o país precisava desesperadamente de executivos com a trajetória de Roger.
Consultoria Brasileira Dependia de Estrangeiros
Nos anos 80 e 90, a maioria dos presidentes de consultorias no Brasil era enviada de fora. Decisões vinham de matrizes em Chicago ou Nova York. O olhar local era secundário.
Roger mudou isso. Como brasileiro nativo, ele entendeu o cliente daqui, a burocracia e o jeito de fazer negócios. O empreendedorismo na universidade se manifestou na capacidade de adaptar global para o Brasil.
Para o universitário vencedor, a lição é: domine o mercado local antes de pensar global. Roger transformou raiz brasileira em vantagem competitiva.
Falta de Cultura de Entrega e Ética em Projetos Grandes
Projetos de consultoria no Brasil muitas vezes sofriam atrasos, custos extras ou promessas não cumpridas. Clientes perdiam confiança.
Roger implantou cultura de entrega impecável e ética absoluta. Sob sua liderança, a Accenture Brasil ganhou reputação de cumprir prazos e orçamentos. O empreendedorismo na universidade exige integridade.
O universitário vencedor aprende que entrega consistente constrói legado. Roger transformou ética em reputação duradoura.
Necessidade de Líderes que Formem Gente Local
Multinacionais traziam talentos de fora e não investiam em brasileiros. Turnover era alto, conhecimento ficava na cabeça de expatriados.
Roger priorizou formação local. Criou programas de desenvolvimento que formaram centenas de líderes brasileiros. O empreendedorismo na universidade se multiplica com mentoria.
A Great Place to Work elegeu Accenture como uma das melhores para trabalhar durante sua gestão. Roger transformou investimento em gente em vantagem estratégica.
Brasil Precisava de Networking Estratégico Interno
Carreiras corporativas no Brasil muitas vezes dependiam de troca de empresa para subir. Roger mostrou que networking interno forte pode levar ao topo sem sair da mesma organização.
Ele construiu rede com matriz e clientes ao longo de 40 anos. O empreendedorismo na universidade precisa de relações de longo prazo.
Para o universitário vencedor, a regra é: invista em quem trabalha com você. Roger transformou relacionamento interno em presidência regional.
Lições de Roger Ingold para o Universitário Vencedor
Roger Ingold liderou a Accenture no Brasil e América Latina porque construiu carreira com disciplina, entrega consistente e networking interno forte. Suas lições de empreendedorismo na universidade são práticas e aplicáveis desde o primeiro estágio. Esta seção entrega quatro princípios que ele seguiu por 40 anos. Use-os para se tornar um universitário vencedor com trajetória executiva sólida.
Estágio é Investimento de Longo Prazo
Roger viu o estágio de 1982 como o primeiro tijolo de uma carreira de décadas. Ele entregou resultados acima da expectativa desde o início e nunca trocou de empresa. “Comece pensando no que você quer ser em 20 anos”, aconselha.
O empreendedorismo na universidade exige visão de futuro. Estudos da LinkedIn mostram que profissionais que ficam 10 anos na mesma empresa crescem 2,5 vezes mais na hierarquia. Roger transformou estágio em alicerce de 40 anos.
Para o universitário vencedor, escolha estágio em empresa que ofereça crescimento interno. Entregue mais do que pedem. Roger transformou entrega precoce em presidência regional.
Networking Interno é Mais Valioso que Currículo
Roger construiu rede com colegas, sócios e matriz ao longo de décadas. Ele participava de projetos cruzados, ajudava outros times e se tornava referência. “Sua reputação dentro da empresa é seu maior ativo”, diz.
O empreendedorismo na universidade cresce com relações de longo prazo. A Harvard Business Review mostra que 85 % das promoções internas vêm de recomendações de colegas. Roger transformou networking em ascensão acelerada.
O universitário vencedor agenda coffee chats com colegas e líderes. Mantenha contato mesmo após o estágio. Roger transformou relações internas em porta para liderança.
Disciplina e Consistência Vencem Talento Isolado
Roger nunca foi o mais brilhante, mas era o mais consistente. Chegava cedo, entregava no prazo, revisava tudo duas vezes. “Consistência é o talento que ninguém vê”, repete.
O empreendedorismo na universidade precisa de disciplina diária. Dados da Gallup mostram que profissionais consistentes têm 3 vezes mais chances de chegar a cargos seniores. Roger transformou rotina em reputação.
Para o universitário vencedor, crie ritual diário de estudo e entrega. Mesmo no estágio, seja o primeiro a chegar e o último a sair. Roger transformou rotina em carreira de 40 anos.
Liderança é Entrega de Resultados com Gente Feliz
Roger priorizou cultura de alta performance com bem-estar. Criou programas de desenvolvimento que formaram centenas de líderes brasileiros. “Resultados vêm de pessoas motivadas”, afirma.
O empreendedorismo na universidade exige liderança que inspira. A Great Place to Work elegeu Accenture como uma das melhores para trabalhar durante sua gestão. Roger transformou equipe em vantagem competitiva.
Para o universitário vencedor, lidere projetos no campus servindo o time. Ajude colegas, celebre vitórias coletivas. Roger transformou motivação em operação continental.

Como Aplicar o Modelo Roger Ingold no Seu Campus
Roger Ingold liderou a Accenture no Brasil e América Latina porque construiu carreira com disciplina, entrega consistente e networking interno forte. Este tópico entrega um passo a passo de 90 dias para você aplicar o mesmo modelo no seu campus e se tornar um universitário vencedor. O empreendedorismo na universidade começa com ação prática desde o primeiro estágio.
Semana 1-2: Escolha Estágio em Multinacional e Defina Visão de Longo Prazo
Roger viu o estágio de 1982 como o primeiro tijolo de 40 anos. No campus, candidate-se a estágios em multinacionais de consultoria, tecnologia ou bens de consumo que ofereçam crescimento interno (Accenture, Deloitte, P&G, IBM). Defina: “Quero ficar 10 anos na mesma empresa”.
O empreendedorismo na universidade exige visão de futuro. Estudos da LinkedIn mostram que profissionais que ficam 10 anos na mesma empresa crescem 2,5 vezes mais na hierarquia. Roger transformou estágio em alicerce de presidência.
Para o universitário vencedor, prepare currículo focado em entrega e consistência. Envie para 5 empresas que valorizem carreira longa. Roger transformou escolha estratégica em trajetória de décadas.
Semana 3-6: Construa Networking Interno Desde o Primeiro Dia
Roger participava de projetos cruzados e ajudava outros times. No estágio, agende coffee chats com 3 colegas e 1 líder por semana. Pergunte sobre desafios e ofereça ajuda.
O empreendedorismo na universidade cresce com relações internas. A Harvard Business Review mostra que 85 % das promoções internas vêm de recomendações de colegas. Roger transformou networking em ascensão acelerada.
O universitário vencedor cria lista de contatos e mantém contato mensal. Roger transformou relações em porta para liderança.
Semana 7-10: Foque em Entrega Consistente e Visibilidade
Roger entregava no prazo, revisava tudo duas vezes. No estágio, defina ritual diário: chegue cedo, termine tarefas antes do prazo, peça feedback semanal.
O empreendedorismo na universidade precisa de disciplina. A Gallup mostra que profissionais consistentes têm 3 vezes mais chances de chegar a cargos seniores. Roger transformou rotina em reputação.
Para o universitário vencedor, crie checklist diário de entrega. Documente conquistas em portfólio. Roger transformou consistência em promoção.
Semana 11-12: Planeje Carreira de 10-20 Anos, Não de 2-3
Roger nunca trocou de empresa. No estágio, escreva plano de 10 anos: onde quer estar em 2035. Liste skills que precisa desenvolver na empresa.
O empreendedorismo na universidade exige paciência. Dados da Anbima mostram que carreira longa em multinacional gera patrimônio 3 vezes maior. Roger transformou fidelidade com entrega em presidência regional.
O universitário vencedor revisa plano a cada 6 meses. Roger transformou visão de longo prazo em carreira de 40 anos.
Mês 4+: Construa Liderança Interna e Seja Indispensável
Roger se tornou referência interna. No estágio, voluntarie-se para projetos difíceis, ajude colegas, lidere iniciativas pequenas. Torne-se a pessoa que todos procuram.
O empreendedorismo na universidade precisa de liderança servidora. A Great Place to Work mostra que equipes com líderes acessíveis performam 20 % melhor. Roger transformou serviço em operação continental.
Para o universitário vencedor, crie grupo de estudos ou clube de carreira. Roger transformou ajuda a outros em legado de liderança.
O Impacto de Roger Ingold na Accenture e Seu Legado
O empreendedorismo na universidade de Roger Ingold não se limitou a resultados pessoais, gerou padrão de liderança e cultura corporativa que beneficiou milhares. Em 40 anos na Accenture, ele construiu operação brasileira forte e deixou legado de consistência e desenvolvimento de gente. Esta seção revela o impacto concreto de sua gestão e o legado que inspira universitários a buscarem carreira sólida.
Crescimento da Operação Brasileira Sob Sua Liderança
Quando Roger assumiu a presidência da Accenture Brasil, a operação era menor e mais dependente da matriz. Ele expandiu presença em todos os setores, aumentou receita e contratou milhares de profissionais locais. A empresa passou a liderar mercado de consultoria no país.
O empreendedorismo na universidade se provou na capacidade de crescer com raiz brasileira. A Accenture Brasil virou referência de inovação e entrega. Roger transformou operação local em referência regional.
Para o universitário vencedor, a lição é: expanda com foco no mercado onde está. Roger transformou Brasil em base estratégica.
Formação de Centenas de Líderes Locais
Roger priorizou programas de desenvolvimento interno. Criou trilhas de carreira que formaram centenas de sócios e diretores brasileiros. Muitos ex-colaboradores hoje ocupam cargos de liderança em outras multinacionais.
O empreendedorismo na universidade precisa de investimento em gente. A Great Place to Work elegeu Accenture como uma das melhores para trabalhar durante sua gestão. Roger transformou treinamento em pipeline de talentos.
O universitário vencedor busca mentoria e forma times fortes. Roger transformou desenvolvimento em legado humano.
Legado de Ética e Entrega em Consultoria
A gestão de Roger foi marcada por integridade absoluta. Projetos entregues no prazo, dentro do orçamento e com satisfação do cliente. Ele rejeitava atalhos e reforçava ética em todos os níveis.
O empreendedorismo na universidade exige integridade. A reputação da Accenture Brasil sob sua liderança permanece intacta. Roger transformou valores em vantagem competitiva duradoura.
Para o universitário vencedor, a regra é: construa reputação que resista ao tempo. Roger transformou ética em carreira de 40 anos.
Inspiração para a Nova Geração de Executivos Brasileiros
Hoje Roger atua como conselheiro em vários boards. Ele mentoriza jovens executivos e reforça a importância de carreira longa com entrega consistente. Universidades convidam-no para palestras sobre liderança.
O empreendedorismo na universidade se perpetua com mentoria. Roger doa tempo para formar a próxima geração. O Brasil ganha líderes mais preparados por causa dele.
O universitário vencedor é o próximo Roger. Comece no estágio, entregue sempre, lidere servindo. O Brasil precisa de mais executivos com trajetória sólida e visão local.

Conclusão
Roger Ingold não precisou trocar de empresa para chegar ao topo. Ele precisou de disciplina, entrega consistente e visão de longo prazo. De estagiário em 1982 a presidente regional, sua história prova que o empreendedorismo na universidade pode construir carreira executiva sólida quando você investe em consistência e relações internas.
Você não precisa de contatos famosos ou MBA no exterior. Precisa de foco diário, ajuda ao time e paciência. O estágio foi a melhor porta de entrada para o mercado de trabalho que levou Roger a comandar milhares de consultores.
Comece hoje: escolha estágio em empresa que valorize carreira longa, entregue mais do que pedem, construa rede interna. O próximo universitário vencedor que vai liderar uma operação continental pode ser você.
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